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13/11/2021 - 16h26m

Seris e CNJ alinham ações do Escritório Social

Sistema prisional alagoano será o primeiro do país a implantar metodologia de mobilização de pessoas pré-egressas

Seris e CNJ alinham ações do Escritório Social

Encontro debateu ações do programa Fazendo Justiça em Alagoas

Texto de Bruno Soriano

Fortalecer a política de assistência à população privada de liberdade e ao egresso do sistema prisional alagoano. Foi com este objetivo que gestores da Secretaria da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) participaram, na manhã desta sexta-feira (12), de reunião com a coordenadora adjunta do Eixo Cidadania do programa Fazendo Justiça – desenvolvido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) –, Pollyanna Alves.

O encontro realizado na sede do Tribunal de Justiça de Alagoas, em Maceió, debateu as ações já desenvolvidas em quase um ano de funcionamento do Escritório Social, que oferta assistência jurídica e psicossocial, além de capacitações com vistas ao mercado de trabalho.

Na oportunidade, a coordenadora do Eixo Cidadania parabenizou o empenho das equipes do Escritório Social que, ao longo de toda esta semana, participam de nova capacitação ofertada pelo CNJ, acrescentando que Alagoas será o primeiro estado do país a implantar a metodologia de mobilização da pessoa pré-egressa, um dos três braços do projeto presente em todo o país.

“A nossa sugestão foi aceita de pronto, o que é muito importante para o avanço do programa criado a partir de um estudo de evidências iniciado ainda em 2015. E não importa se a pessoa passou um dia ou quinze anos presa. Qualquer egresso importa”, conta Pollyanna Alves, que também visitou unidades do complexo penitenciário de Maceió e conheceu as futuras instalações do Balcão Cidadão – que promove o resgate da cidadania no cárcere, viabilizando a emissão de documentação civil do apenado.

Outro tema em discussão foi a possibilidade de mudança da sede do Escritório Social, o que deve acontecer em até seis meses. Atualmente, o Escritório funciona no prédio da Reintegração Social da Seris, no bairro do Farol, em Maceió. “Ele [Escritório] está muito bem equipado, e o sistema prisional alagoano tem potencial para evoluir ainda mais”, emendou a coordenadora, acrescentando que um relatório contendo as adequações sugeridas pelo CNJ será confeccionado e entregue, já nos próximos dias, a todos os atores envolvidos.

Presente à reunião, o secretário da Ressocialização e Inclusão Social, coronel PM Marcos Sérgio de Freitas, destacou a importância do encontro para o alinhamento das próximas ações. “Foi muito proveitoso porque também pudemos mais uma vez expor o nosso trabalho aos doutos magistrados. E faremos o possível para que Alagoas siga na vanguarda deste programa, que veio, sem dúvida, para fortalecer as nossas práticas ressocializadoras”, avaliou o titular da Seris.

O encontro também contou com a presença da gerente de Reintegração Social da Seris, tenente PM Jackeline Leandro, do supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF), desembargador Celyrio Adamastor, e dos juízes Diego Araújo Dantas, da 16ª Vara Criminal (Execuções Penais) e José Miranda Santos Júnior, vice-coordenador do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos.

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