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25/06/2020 - 12h25m

Policiais penais de Alagoas retornam de missão no Pará

Servidores que integraram a Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária (FITP) atuaram na guarda, vigilância e custódia de reeducandos

Policiais penais de Alagoas retornam de missão no Pará

Policiais penais do COP e Gerit integraram força-tarefa destinada ao controle do sistema prisional do Pará. (Foto: arquivo/Ascom Seris)

Maysa Cavalcante

 

Durante 90 dias, uma equipe composta por quatro policiais penais que integram o quadro da Secretaria da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) esteve distante de Alagoas para cumprir uma importante missão: apoiar a retomada do controle de unidades prisionais no estado do Pará. E após alcançar os resultados previstos, os servidores começam a retornar para casa.

Acácia Souza Cantoário, Fabrício Vieira Melo, Magno Lopes da Silva e Thiago de Oliveira Silva, todos lotados no Grupamento de Escolta, Remoção e Intervenção Tática (GERIT) e no Comando de Ações Penitenciárias (COP), foram os policiais penais designados para a Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária (FITP) na região Norte do país.

Os servidores atuaram na guarda, vigilância e custódia de reeducandos. Durante 45 dias, eles desenvolveram suas atividades nas unidades prisionais da Colônia Agrícola de Santa Isabel (CPASI), localizada no Complexo Penitenciário de Santa Isabel, se onde seguiram para a Cadeia Pública de Jovens e Adultos (CPJA).

De acordo com o secretário da Ressocialização e Inclusão Social, coronel PM Marcos Sérgio de Freitas, a convocação de policiais penais de Alagoas para integrar uma força-tarefa é fruto do reconhecimento ao trabalho de excelência desempenhado por estes profissionais em Alagoas. “A Seris tem investido na qualificação contínua dos servidores. Por isso é que somos referência no tocante ao controle do sistema prisional”, analisa o gestor.

A policial penal Acácia Cantoário, por sua vez, não esconde o orgulho em ter sido convocada pela primeira vez, destacando a importância da Lei de Execução Penal (LEP) à garantia da humanização no cumprimento da pena. “A preservação da ordem e disciplina passa pela execução da LEP, que prevê, entre outras coisas, assistências educacional, médica e religiosa”, ressalta a policial penal, que desembarcou em Alagoas nessa quarta-feira (24).

Já o policial penal Magno da Silva recorda o saldo da atuação no Pará. “Foi uma experiência única. Ter a oportunidade de representar o nosso estado nesta grande missão, atuando em conjunto com operadores de segurança de todo o país, foi muito enriquecedor, em razão, principalmente, da troca de experiências”, destaca o servidor penitenciário.

E em reconhecimento ao trabalho desempenhado no Pará, os policiais receberão um certificado do secretário da Ressocialização e Inclusão Social. A entrega está prevista para ocorrer no mês de julho, quando os outros policiais penais que compõe a guarnição devem retornar para Alagoas. 

Intervenção no Pará

O sistema prisional do Pará está sob intervenção desde 30 de julho de 2019, após rebelião ser registrada no Centro de Recuperação Regional de Altamira. O confronto entre facções criminosas – que resultou na morte de 57 reeducandos – levou o governador daquele estado, Helder Barbalho, a solicitar apoio ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, que, em janeiro deste ano, prorrogou a atuação da força-tarefa.

Recentemente, o secretário de Segurança Pública do Pará, Ualama Machado, também atribuiu a redução dos índices de criminalidade no Pará ao controle mais rigoroso do sistema prisional. 

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