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02/01/2018 - 11h37m

Educação foi impulsionada nos presídios alagoanos em 2017

Mais de 450 alunos foram atendidos neste ano, em diferentes modalidades

Educação foi impulsionada nos presídios alagoanos em 2017

Iniciativas da Seris propiciam novas oportunidades aos reeducandos no sistema prisional. (Foto: Jorge Santos).

Texto de Mayara Wasty

A educação é um dos pilares para o desenvolvimento do cidadão. No sistema prisional, a Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) tem possibilitado o acesso à educação de qualidade aos reeducandos, preparando-os para o retorno à sociedade. Com ações pontuais, o Governo do Estado tem reafirmado o compromisso com a ressocialização.

O sistema prisional possui três modalidades de ensino: Educação de Jovens e Adultos (EJA), superior e de qualificação profissional, totalizando 468 alunos em 2017.

Além das modalidades citadas, a educação também é incentivada por meio da leitura. Com o projeto Lêberdade, reeducandas do Presídio Feminino Santa Luzia desenvolvem seus hábitos literários e conseguem a remição da pena, uma vez que o projeto garante a redução de até 48 dias na pena no decorrer de um ano.

A gerente de Educação, Produção e Laborterapia, agente penitenciária Andréa Rodrigues, destaca os benefícios do projeto em longo prazo. “O comportamento das reeducandas já é diferente. Com a leitura, elas estão mais sensíveis e conscientes. O conhecimento proporciona isso. O Lêberdade liberta as pessoas de uma forma mais íntima. Não tenho dúvidas de que as internas voltarão para a sociedade com outra visão de mundo”, afirma a gestora.

Cursos profissionalizantes

Ao longo de 2017, diversos cursos profissionalizantes foram ofertados nos presídios, dentre eles, de eletricista, instalador predial de baixa tensão, oleicultura básica, defensivos agrícolas, conservação do solo, saúde e higiene pessoal e vestimenta.

Ensino Superior

Atualmente, 12 reeducandos cursam o ensino superior dentro do Núcleo Ressocializador da Capital, na modalidade EAD. "Com o ensino à distância estamos possibilitando que mais reeducandos tenham acesso ao ensino superior no sistema prisional, mudando a vida dessas pessoas", afirmou a gerente de Educação, Genizete Tavares.

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