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10/08/2017 - 09h49m

Mutirão beneficiará 100% da população carcerária feminina

Projeto ‘Viva Mulher’ levará atendimentos especializados e exames para reeducandas do Presídio Santa Luzia

Mutirão beneficiará 100% da população carcerária feminina

Seris firma parcerias para ampliar atendimentos de saúde no cárcere. (Foto: Jorge Santos).

 Texto de Mayara Wasty

 
Promover a saúde da mulher, de acordo com a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM), é uma diretiva permanente da Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris). Entre os dias 14 e 18 deste mês, as internas do Presídio Santa Luzia participarão de diversas atividades dentro do projeto ‘Viva Mulher’.
 
A iniciativa da Gerência de Saúde (Gesau) evita a proliferação de doenças no cárcere. Dentre as ações previstas estão atendimento bucal, palestra, realização de testes rápidos para detecção de DST’s, exames de ultrassonografia e citologia, consultas com clínico geral, ginecologista, oftalmologista, psiquiatra, psicólogo, assistente social e enfermeiro.
 
Na terça-feira (8), representantes da Gesau estiveram reunidas com a deputada estadual Jô Pereira para alinhar as ações do mutirão. O evento conta ainda com o apoio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesau), Centro Universitário Tiradentes (Unit), Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas.
 
A supervisora de Saúde da Seris, Andréa da Rocha, lembra que o mutirão atende às demandas reprimidas. “Essa ação vai fomentar o atendimento ginecológico e assegurar os exames de ultrassonografia e citologia. Além disso, queremos ampliar as parcerias com outros órgãos para garantir um tratamento digno no sistema prisional”, afirma a gestora.
 
Polyana Teixeira, coordenadora de Enfermagem da Seris, explica que o ‘Viva Mulher’ está dentro da Política de Atenção à Saúde da Mulher. “Realizamos esse trabalho diariamente no Santa Luzia, mas decidimos intensificar o desenvolvimento das atividades já executadas. Vale lembrar que está na lei: todo cidadão tem direito à assistência de saúde”, salienta a coordenadora.
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